Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos, porque a história de nossos políticos pode causar deficiência moral irreversível.
Este espaço se resume
, principalmente, à vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem
punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que
engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida
pública.


OPINIÕES PESSOAIS

sábado, 18 de novembro de 2017

Novo Partido: MFP - MOVIMENTO FORA POVO

"Os políticos brasileiros fundaram o MFP, Movimento Fora Povo. Todas as pesquisas de opinião informam que a corrupção está na lista dos problemas que mais inquietam o brasileiro. A Lava Jato animava a plateia com a perspectiva de igualar todos os  transgressores perante a lei. De repente, o vendaval que ameaçava os corruptos foi substituído pela mesma velha brisa de sempre —a brisa da impunidade.
Insatisfeitos com o foro privilegiado, os políticos agora perseguem a blindagem absoluta. O mais trágico é que eles fazem isso com a ajuda do Supremo Tribunal Federal, que, sob a presidência gelatinosa da ministra Cármen Lúcia, não só lavou as mãos no caso de Aécio Neves, como autorizou o Senado a sumir com o sabonete.
Ao permitir que Aécio recuperasse o mandato e se livrasse do recolhimento domiciliar noturno não pelo peso dos seus argumentos mas pela força do compadrio e do corporativismo, o Supremo acionou um abracadabra que fez aflorar o lado Ali-Babá das Assembleias Legislativas.
A conversão de imunidade em impunidade já livrou a cara de deputados estaduais em Mato Grosso e no Rio Grande do Norte. Vem agora o escárnio do Rio de Janeiro. A melhor arma contra o Movimento Fora Povo é o voto. O instinto de autoproteção dos corruptos transforma as urnas de 2018 numa espécie de raticida."
https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br

Ministérios - PRESSÃO DOS PARTIDOS


Reforma ministerial


"Sob pressão dos partidos de sua base aliada, o presidente Michel Temer recuou e vai reavaliar a decisão de fazer uma reforma ministerial ampla no fim desse ano - em que sairiam do governo todos os políticos que disputarão eleições em 2018." 

  http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/11/1935657-sob-pressao-temer-recua-e-reavalia-reforma-ministerial-ampla.shtml



Um dos ministros de Temer teve a capacidade de dizer que exonerar ministros candidatos nas próximas eleições pode ser bom para o país, mas não é bom para o governo Ou seja, o país que se lasque e o povo que se dane. Quem disse uma barbaridade como essa - que já sabemos ser comum no meio político, embora não precise ser dito, como se estivesse esfregando um abuso na nossa cara - foi o político Moreira Franco.  No endereço citado acima está o comentário abusivo (ou debochado?) de Moreira Franco.

NOTA: O caso acima pode ter acontecido no início do mês, mas a deturpação do cargo político é o mesmo de sempre.



COMO VOTARAM DEPUTADOS DA ALERJ


DETENTOS 


SOLTOS NO MESMO DIA

 Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi 


SOLTEM OS LADRAVAZES

André Ceciliano (PT)
André Corrêa (DEM)
André Lazaroni (PMDB)
Átila Nunes (PMDB)
Chiquinho da Mangueira (PODE)
Christino Áureo (DEM)
Cidinha Campos (PDT)
Coronel Jairo (PMDB)
Daniele Guerreiro (PMDB)
Dica (Jorge Moreira Theodoro) (PODE)
Dionisio Lins (PP)
Fábio Silva (PMDB)
Fatinha (SDD)
Filipe Soares (DEM)
Geraldo Pudim (PMDB)
Gustavo Tutuca (PMDB)
Iranildo Campos (PSD)
Jair Bittencourt (PP)
Jânio Mendes (PDT)
João Peixoto (PSDC)
Luiz Martins (PDT)
Marcelo Simão (PMDB)
Marcia Jeovani (DEM)
Márcio Canella (PSL)
Marco Figueiredo (PROS)
Marcos Abrahão (PTdoB)
Marcos Muller (PHS)
Marcus Vinicius (PTB)
Milton Rangel (DEM)
Nivaldo Mulim (PR)
Paulo Ramos (PSOL)
Pedro Augusto (PMDB)
Renato Cozzolino (PR)
Rosenverg Reis (PMDB)
Silas Bento (PSDB)
Thiago Pampolha (PDT)
Tio Carlos (SDD)
Zaqueu Teixeira (PDT)
Zito (PP)


LADRAVAZES DEVEM CONTINUAR NO XILINDRÓ

Benedito Alves (PRB)
Carlos Macedo (PRB)
Carlos Minc (sem partido)
Dr. Julianelli (Rede)
Eliomar Coelho (PSOL)
Enfermeira Rejane (PCdoB)
Flávio Bolsonaro (PSC)
Flavio Serafini (PSOL)
Gilberto Palmares (PT)
Luiz Paulo (PSDB)
Marcelo Freixo (PSOL)
Márcio Pacheco (PSC)
Martha Rocha (PDT)
Osorio (PSDB)
Samuel Malafaia (DEM) 
Wagner Montes (PRB)
Waldeck Carneiro (PT)
Wanderson Nogueira (PSOL)
Zeidan (PT)

ABSTENÇÃO 
Bruno Dauaire (PR)

AUSÊNCIAS 

11 - (incluindo, obviamente, Jorge Picciani, Edson Albertassi e Paulo Melo, que não poderiam votar a favor de si mesmos). Só não sabemos onde estavam os oito ausentes que não têm desconto nos dias em que faltam ao "trabalho". Como são nossos empregados, gostaríamos de saber o que estavam fazendo, se é que fazem alguma coisa.


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Linchadores digitais - Pedro Doria

http://link.estadao.com.br/noticias/geral,linchadores-digitais,70002087220



Todas as culturas europeias tiveram, no período medieval, alguma versão do pelourinho. Nos países germânicos, era tipicamente formado por duas placas de madeira com buracos para cabeça e mãos. Na Ibéria, um pilar com correntes que amarrassem pulsos e canelas. Em comum havia o local: os pelourinhos ficavam no canto mais movimentado da cidade, quase sempre o mercado. Em comum, também, o uso. Serviam para exibir pessoas culpadas de crimes menores — calote nos impostos, uma pulada de cerca, fofoca. Um ritual de humilhação pública. Às vezes, eram açoitadas. Normalmente só levavam comida podre na cara, jogada não sem prazer por seus vizinhos.


A internet está se tornando um pelourinho, segundo o escritor Jon Ronson. É uma boa metáfora.


Em 2012, dois programadores que faziam piadas bobas — e machistas — durante uma conferência foram fotografados por uma mulher que se sentiu ofendida. A imagem foi para o Twitter e causou a demissão de ambos. No ano seguinte, houve o caso de Justine Sacco.


Ela era jovem e responsável pela comunicação social de um grupo digital de importância crescente. Tinha uma carreira de sucesso pela frente — e 170 seguidores no Twitter. Só 170. No dia mais trágico de sua vida, Justine se encontrava entediada no aeroporto de Heathrow, Londres, vinda de uma longa viagem que partira da Califórnia e a caminho doutra perna, para a África do Sul. Primeiro reclamou que o alemão a seu lado não usava desodorante. Daí fez uma piada com os dentes ruins dos ingleses. Esperou minutos fatídicos. “Indo para a África”, escreveu. “Espero não pegar Aids. Brincando. Sou branca!”


Meses depois, Justine explicaria que sua intenção era brincar com o estereótipo de um racista tacanho. Talvez seja desculpa, talvez seja verdade. Um de seus 170 seguidores era um jornalista conhecido. Retuitou. A bola de neve cresceu. A moça ainda estava dentro do avião quando se tornou o principal tema da rede no mundo. Alguns dos clientes de sua empresa manifestaram revolta. Virou crise. Seu chefe veio a público: Justine fora demitida. Ela dormia tranquila enquanto um universo de desconhecidos, ávidos, se perguntavam: “ela já pousou?” Alguém foi ao aeroporto registrar o momento em que ela descobriria que, arrancada do anonimato, havia se tornado na pior pessoa do mundo na internet daquele dia.


A onda de linchamentos virtuais não parou. Vários dos linchados mais recentemente são homens muito ricos, muito poderosos, que não se limitaram apenas a piadas racistas num momento de tédio. Harvey Weinstein, o produtor, será processado por violência sexual.


Nem todas as vítimas da internet, porém, são culpadas de crimes. Uns têm ideias que os intolerantes à esquerda ou à direita querem calar. Outros praticam um humor que, de mau gosto há vinte anos, é intolerável hoje. Há, até, quem simplesmente tenha vacilado por nada de grave.  (*)


Mas o ritual de humilhação pública é igualzinho ao de alguns séculos atrás. Quem se junta à multidão para jogar tomates podres ou mesmo pedras parte de uma convicção moral: tem certeza de estar do lado de um bem indiscutível e que o humilhado é culpado de um comportamento intolerável. O linchador tem, também, a certeza do anonimato. É um entre tantos, e se todos agem em bloco de um mesmo jeito, nenhum indivíduo pode ser culpado de algo repreensivo.


Há uma terceira característica. É a do sadismo. Quem parte em conjunto e sem piedade contra uma única pessoa, seja conhecida ou não, lá no fundo tem prazer em ver o sofrimento, o aniquilamento. O prazer de ver alguém tendo sua vida destruída.


Há uma diferença entre nós e os medievais. Nós sabemos que Justiça e multidões não combinam.


 (*) Todos temos o  direito de expor uma opinião ou, como foi o caso,  dar apenas uma sugestão, sem que outros, de idéias contrárias, o ataquem.  Podem até contestar, mas atacar com palavras violentas, não!

"Uns têm ideias que os intolerantes à esquerda ou à direita querem calar."

Intolerantes à esquerda são os lulistas ou petistas. Intolerantes à direita são os  "bolsonarenses" ou seja lá que nome levem futuramente.  O fato é que são iguais uns aos outros, estejam torcendo para que lado estiverem.  

É covardia várias pessoas se juntarem
para  agredir uma única pessoa.






Mais politicos presos!

Últimos políticos presos

JORGE PICCIANI
PAULO MELO
EDSON ALBERTASSI  


Na foto abaixo, vemos Picciani no camburão. Além dele mais dois políticos foram para o xilindró. Podem ser soltos ainda hoje, conforme  informa a mídia. 

Eles podem ser soltos, mas seus nomes serão inesquecíveis, principalmente na hora do voto.  É o que espero! Presidiários que foram comemorar junto com Cabral: JORGE PICCIANI, PAULO MELO e EDSON ALBERTASSI. 


TIM, TIM !
 Isso é que é comemoração!






quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Solidão e modismos


Solidão nacional ?



MODISMOS?
 MODA-CHAPÉU

MODA-GARRAFA?

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É moda? Soy contra!

Vejo a considerada moda como uma forma de nos restringir aos 'desejos' alheios.

Não esqueço uma vez em que entrei numa loja que tinha uma linda  blusa na vitrine,  exposta na cor-de-rosa, uma cor que nunca foi do meu agrado.  Foi quando a vendedora disse que rosa era a única cor existente, por ser a cor 'do momento'.  Ao dizer isso, ela acabou de me liberar de tal compra.  

Também houve época em que  bolinhas  eram  moda. Havia acabado de mandar fazer uma saia preta com bolinhas brancas.  A saia ficou esquecida em seu canto até que a mania passou.  Embora fosse na mão invertida, a moda acabou mandando em mim! Moda é uma praga mesmo!

Sempre usei relógio no braço direito, porque eles nunca foram feitos para serem usados do lado esquerdo.  Foi, portanto, determinado que deveríamos usar relógios apenas de um  lado!

"O relógio é um acessório que usamos e foi inventado para marcar as horas. Antes ele era de bolso, mas Santos Dumont, aviador e inventor do avião 14 Bis entre outras tantas invenções, queria saber as horas enquanto voava, por isso inventou o relógio de pulso e como ele era destro, a primeira linha de relógios de pulso, foi produzida para serem usados no pulso direito, esses primeiros relógios eram de corda e o pino para dar corda e funcionalidade como o acerto dos ponteiros, ficava no lado direito do relógio, para que ao ser usado no pulso esquerdo, com a mão direita se pudesse dar corda e acertar as horas.  Isso aconteceu em uma época em que pouca atenção se dava aos canhotos, era comum nas famílias que identificavam um canhoto, obrigarem desde criança o canhoto a usar a mão direita para se tornar destra, ser canhoto para muitos era algo feio ou coisa errada."





Artigo 
"É moda? Soy contra?"







Manifestação 15 de novembro 2007 - RJ.





Enquanto algumas pessoas se reuniam em uma orla do funesto Rio de Janeiro,  mostrando sua insatisfação com esse bando de canalhas que levou nosso país à bancarrota (https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/porque-bancarrota-e-nao-banca-rota/16029) outros passeavam, andavam de bicicleta, patins e patinetes, ignorando tudo o que vem acontecendo vergonhosamente nesse país, como se vivessem em outro lugar, em outro planeta.  Política?  Nem todos gostam (ou aturam?) principalmente essa nojenta políticalha de canalhas que vem nos dizendo como agir.

Não é apenas a imprensa que se cala, 
o brasileiro não exige seus direitos. 
Mas paga seus deveres, bem caladinho.


Rodolfo Conde Moraes Que pena Ana Paula. Também não sou intervencionista e também reconheço no movimento um grito de socorro, um grito de quem, dia após dia, sente os efeitos da falência das instituições absurdamente caras e ineficazes do Estado brasileiro. Esse movimento é um termômetro do grau de desespero de milhões de brasileiros que sofrem as mazelas de um sistema político e jurídico absolutamente falido, glutão e insaciável.



Gerir
Ana Paula Exatamente, Rodolfo. É como vejo. Acabo de postar um artigo do Vlady Oliver sobre o significado do movimento e a omissão da imprensa. Achei interessante.

CADA UM TEM O QUE MERECE.